Terapia do homem na sua totalidade:
Estou a colaborar nesta rubrica não como especialista, mas simplesmente com a experiência de quem teve de alimentar uma família quando chegava a casa cansada do trabalho e desejava ler um livro, pintar um quadro ou fazer todas as outrast arefas da casa, menos cozinhar.
Na sequência de um problema que tive no aparelho digestivo, debrucei-me sobre a questão da alimentação saudável e agora já decorreram três décadas. Nessa ocasião, comecei por tomar conhecimento das diversas formas de nos alimentarmos. Sou de opinião que o nosso modo de vida actual, não nos permite mudarmos de regime alimentar de um dia para o outro. Para nos propormos a seguir regularmente um regime, e o fazermos com sucesso, teríamos de viver num outro contexto em que também a maioria o praticasse. Como estas condições não se verificam, provavelmente surgiriam interrupções e com estas os inevitáveis prejuízos para o organismo.Mas, é possível ponderar a possibilidade da escolha dos melhores procedimentos de alguns regimes, afins ao nosso, e adoptá-los. Foi assim que fiz.
Aproveitei o facto dos meus filhos serem pequenos para introduzir determinados hábitos alimentares que percebi serem úteis tais como o gosto pela variedade de saladas, o aumento de legumes crus, os pequenos almoços substanciais e variados consoante a época do ano e a diminuição dos fritos até à completa ausência. A experiência que fui adquirindo diz-me que, mesmo o mais pequeno hábito, leva tempo a instalar-se em todos os elementos da Família. Também percebi que devemos ser acompanhados por dietistas quando resolvemos alterar algumas particularidades da forma como estamos habituados a nos alimentarmos desde pequenos, sobretudo a nível das proteínas. Na falta de dietista devemos simplesmente consultar o nosso médico de família.





