Preparando o Natal:
Paz: Todos responsáveis
É o papa João Paulo II quem o recorda: Todos são responsáveis pelo trabalho pela paz.
Segundo a agência do Vaticano em 13 Out 03 (ACI), pela a ocasião da Marcha da Paz entre as cidades italianas de Perusia e Assis, o Papa João Paulo II assegurou que no “panorama de conflitos” que caracteriza o mundo, “todos estão chamados a ser construtores de paz, na verdade e no amor".
Na mensagem dirigida aos participantes e ao Bispo de Assis, Dom Sérgio Goretti, o Santo Padre afirma que "é necessário reconhecer que talvez nestes anos não se fez muito pela paz, preferindo às vezes destinar recursos à compra de armas. Tem sido como um 'estropiar' a paz. Não poucas esperanças foram apagadas”.
“O noticiário lembra – nos que as guerras continuam a envenenar a vida dos povos, principalmente nos países mais pobres. Como não pensar na persistente violência que ensanguenta, por exemplo, o Oriente Médio e, em particular a Terra Santa? Como permanecer indiferentes frente a um panorama de conflitos que se expande cada vez mais e atinge várias regiões da terra?”, questionou o Pontífice.
Entretanto, precisou que “apesar das dificuldades não se deve perder a confiança. Faz falta continuar trabalhando pela paz, ser artífices da paz. A paz é um bem de todos”.
Referindo-se ao tema da marcha "Construamos juntos uma Europa pela paz", o Papa lembrou: "quando era jovem eu pude comprovar, por experiência pessoal, o drama de uma Europa privada de paz. Este fato levou-me ainda mais a trabalhar incansavelmente para que a Europa voltasse a encontrar a solidariedade na paz e se tornasse artífice de paz, dentro e fora de suas fronteiras".
"É necessário que o continente europeu utilize com generosidade, em favor de toda a humanidade, o seu rico património cultural amadurecido na luz do Evangelho de Cristo", concluiu o Santo Padre.
A Marcha da Paz reuniu dezenas de milhares de pessoas que percorreram durante sete horas os quilómetros que separam Perusia de Assis, onde o Papa João Paulo II organizou um encontro de oração dos líderes das religiões de todo o mundo em 1986.
E nós, portugueses, o que fazemos pela paz? Pouca experiência tem da Guerra. Na segunda grande guerra, mediante negociações diversas, o governo de Salazar conseguiu que os portugueses não entrassem na guerra. Houve depois a chamada guerra do ultramar que em muitas famílias deixou marcas de morte e de traumas físicos ou psíquicos. Mas parece tudo esquecido. À nossa volta há guerra: O Terrorismo, a pior das ameaças, porque é guerra sem leis de guerra e onde tudo vale. É guerra já de há muito em Espanha e impende sobre todos. É preciso afastar a guerra. Dizer a todos que a guerra é estratégia de loucos ou de homens da Selva!
O dia um de Janeiro da cada Ano é dedicado à paz. Que iniciativas de oração e repúdio pela guerra vamos tomar?
Proposta de Jesus vivo e da Comunidade Cristo de Betânia aos seus associados, amigos, benfeitores, intercessores marianos e a todos aqueles que querem a paz:
Vem aí o Natal. Após uma semana será o Dia mundial da paz
Vamos participar mais activamente na Eucaristia e nela pedir a Deus a paz: que Deus toque os corações dos governantes e os torne mais humanos. Vamos falando com muita gente acerca do monstro que se chama guerra e do respeito que nos merecem os homens e mulheres de todas as idades.
Em cada dia, à noite, vamos reservar uns momentos para estar em família: No dia de Natal e no dia 1 de Janeiro, vamos colocar velas acesas nas janelas das nossas casas, enquanto bem unidos rezamos um mistério do Terço ou o Terço inteiro pela paz, pedindo a Deus que os homens escutem os Seus apelos e os dos homens, à renúncia aos interesses pessoais e dos Estados, que são a causa de muitas guerras.
Segundo a agência do Vaticano em 13 Out 03 (ACI), pela a ocasião da Marcha da Paz entre as cidades italianas de Perusia e Assis, o Papa João Paulo II assegurou que no “panorama de conflitos” que caracteriza o mundo, “todos estão chamados a ser construtores de paz, na verdade e no amor".
Na mensagem dirigida aos participantes e ao Bispo de Assis, Dom Sérgio Goretti, o Santo Padre afirma que "é necessário reconhecer que talvez nestes anos não se fez muito pela paz, preferindo às vezes destinar recursos à compra de armas. Tem sido como um 'estropiar' a paz. Não poucas esperanças foram apagadas”.
“O noticiário lembra – nos que as guerras continuam a envenenar a vida dos povos, principalmente nos países mais pobres. Como não pensar na persistente violência que ensanguenta, por exemplo, o Oriente Médio e, em particular a Terra Santa? Como permanecer indiferentes frente a um panorama de conflitos que se expande cada vez mais e atinge várias regiões da terra?”, questionou o Pontífice.
Entretanto, precisou que “apesar das dificuldades não se deve perder a confiança. Faz falta continuar trabalhando pela paz, ser artífices da paz. A paz é um bem de todos”.
Referindo-se ao tema da marcha "Construamos juntos uma Europa pela paz", o Papa lembrou: "quando era jovem eu pude comprovar, por experiência pessoal, o drama de uma Europa privada de paz. Este fato levou-me ainda mais a trabalhar incansavelmente para que a Europa voltasse a encontrar a solidariedade na paz e se tornasse artífice de paz, dentro e fora de suas fronteiras".
"É necessário que o continente europeu utilize com generosidade, em favor de toda a humanidade, o seu rico património cultural amadurecido na luz do Evangelho de Cristo", concluiu o Santo Padre.
A Marcha da Paz reuniu dezenas de milhares de pessoas que percorreram durante sete horas os quilómetros que separam Perusia de Assis, onde o Papa João Paulo II organizou um encontro de oração dos líderes das religiões de todo o mundo em 1986.
E nós, portugueses, o que fazemos pela paz? Pouca experiência tem da Guerra. Na segunda grande guerra, mediante negociações diversas, o governo de Salazar conseguiu que os portugueses não entrassem na guerra. Houve depois a chamada guerra do ultramar que em muitas famílias deixou marcas de morte e de traumas físicos ou psíquicos. Mas parece tudo esquecido. À nossa volta há guerra: O Terrorismo, a pior das ameaças, porque é guerra sem leis de guerra e onde tudo vale. É guerra já de há muito em Espanha e impende sobre todos. É preciso afastar a guerra. Dizer a todos que a guerra é estratégia de loucos ou de homens da Selva!
O dia um de Janeiro da cada Ano é dedicado à paz. Que iniciativas de oração e repúdio pela guerra vamos tomar?
Proposta de Jesus vivo e da Comunidade Cristo de Betânia aos seus associados, amigos, benfeitores, intercessores marianos e a todos aqueles que querem a paz:
Vem aí o Natal. Após uma semana será o Dia mundial da paz
Vamos participar mais activamente na Eucaristia e nela pedir a Deus a paz: que Deus toque os corações dos governantes e os torne mais humanos. Vamos falando com muita gente acerca do monstro que se chama guerra e do respeito que nos merecem os homens e mulheres de todas as idades.
Em cada dia, à noite, vamos reservar uns momentos para estar em família: No dia de Natal e no dia 1 de Janeiro, vamos colocar velas acesas nas janelas das nossas casas, enquanto bem unidos rezamos um mistério do Terço ou o Terço inteiro pela paz, pedindo a Deus que os homens escutem os Seus apelos e os dos homens, à renúncia aos interesses pessoais e dos Estados, que são a causa de muitas guerras.
Hercília Pinto
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