Comunidade Cristo de Betânia:
Natureza
A Comunidade Cristo de Betânia é um Nova Comunidade de Vida Contemplativa e Missionária.
Como Nova Comunidade, integra cristãos de todos os estados de vida, capazes de contribuírem para a realização dos seus objectivos. Por isso, podem ser membros da comunidade Cristo de Betânia cristãos católicos, maiores de 18 anos, que o solicitem ao moderador e que apresentem condições físicas, psíquicas, morais e espirituais que permitam a prossecução dos fins estatutários (Est.artº.11º1). Podem ser cristãos celibatários, consagrados ou não, sacerdotes e casais (artº11º, 2-3) e surge ao seu serviço da Igreja aberta aos homens do nosso tempo e para lhes anunciar Jesus Cristo no contexto da cultura pós racionalista: cultura tecnocrata feita de homens fora de Deus, sofrendo as consequências psico-espirituais da sua ausência. Igreja em busca da resposta a apresentar-lhes Jesus Cristo através de uma Nova Evangelização. Os carismas da Comunidade Cristo de Betânia têm pois a ver com esta situação dos homens e da Igreja hoje:
Natureza
A Comunidade Cristo de Betânia é um Nova Comunidade de Vida Contemplativa e Missionária.
Como Nova Comunidade, integra cristãos de todos os estados de vida, capazes de contribuírem para a realização dos seus objectivos. Por isso, podem ser membros da comunidade Cristo de Betânia cristãos católicos, maiores de 18 anos, que o solicitem ao moderador e que apresentem condições físicas, psíquicas, morais e espirituais que permitam a prossecução dos fins estatutários (Est.artº.11º1). Podem ser cristãos celibatários, consagrados ou não, sacerdotes e casais (artº11º, 2-3) e surge ao seu serviço da Igreja aberta aos homens do nosso tempo e para lhes anunciar Jesus Cristo no contexto da cultura pós racionalista: cultura tecnocrata feita de homens fora de Deus, sofrendo as consequências psico-espirituais da sua ausência. Igreja em busca da resposta a apresentar-lhes Jesus Cristo através de uma Nova Evangelização. Os carismas da Comunidade Cristo de Betânia têm pois a ver com esta situação dos homens e da Igreja hoje:
Objectivos
Origem:
Do ponto de vista da fonte, todos os grupos, movimentos e Comunidades existentes na Igreja brotam da Fonte da Água Viva, que é o Espírito Santo. O grupo de oração Carismática de Braga, foi o lugar em que o Espírito Santo soprou suavemente, a partir dos anos 80, para fazer nascer uma Comunidade Nova na Igreja em Portugal. Pelos anos 85 a Comunidade Cristo de Betânea existia já, como comunidade de Aliança e assegurava a coordenação e formação dos grupos de Oração Carismática na Diocese de Braga, serviço do qual se desligou em seguida para se tornar Comunidade de vida consagrada e missionária.
Carismas:
Contemplação -Feitos por Deus e para Ele, só nEle repousaremos. Daí o desabafo do salmista que é o nosso também: como o veado anseia pelas águas Vivas assim minha alma anseia por vós Senhor. Por transbordância do encontro com Deus, brota o desejo de O anunciar, de O comunicar. Vem então o nosso empenhamento em Igreja na Nova Evangelização, o objectivo específico da Comunidade Cristo de Betânea.
O anúncio de Jesus ressuscitado, com novo ardor supõe a nossa entrega sem reservas ao Pai e a abertura total à acção do Espírito Santo, Senhor que unge para a Missão, dando-nos novo ardor. Este só é possível através de uma vida eucarística e contemplativa, [art. 1.º-1]. A Eucaristia celebrada e adorada, a busca de Deus através da natureza e do silêncio que proporciona o encontro reconfortante com Ele e com os outros, tudo isto encerra o segredo de um novo ardor para a Missão. A beleza das celebrações é também importante. Facilita-nos o encontro pessoal com o Deus Belo que nos alimenta com a Sua beleza e nos permite saborear antecipadamente a sua presença no face a face,
Missão - instrumento de uma Nova Evangelização, tal como o Papa João Paulo II a define particularmente na Encíclica Redemptoris Missio, exige de nós um novo ardor, novos métodos e novas estratégias de anúncio e ainda que estejamos preparados para proporcionar ajuda na formação a todos quantos dela necessitarem e junto de nós a procurarem.
O nome: Porquê Cristo de Betânia?
Um dia teve de vir o nome. E é de crer que ele tem algo a ver com os carismas desta Comunidade. O nome não foi sempre o mesmo... O primeiro nome foi Betânea. E porquê este nome? No início da nossa caminhada fraterna, numa reunião para esse fim, pedimos ao Senhor que nos desse o nome. Abrimos uma carta de uma de um jovem seminarista que connosco fazia parte da equipa de coordenação dos grupos de Oração e se interessava também pela comunidade, o João Manuel Marinho, que não podendo estar nessa reunião sentia necessidade de nos dizer que o nome deveria unir a acção à contemplação. Eu sentia o mesmo. Abrindo então a Bíblia e foi-nos dada a passagem de Jesus na casa dos Seus amigos, em Betânia. Lemos, rezámos, e Betânea ficou sendo o nome desta comunidade nascente...Do hebraico, Betanea quer dizer "casa do pobre" Do pobre de Yavé, aquele que está aberto a Deus. Nesta Casa do Pobre éramos chamados a viver a contemplação como Maria, a acção como Marta e a compaixão como Jesus por Lázaro. Esta compaixão deveria ser vivida no interior da comunidade, de uns para com os outros e de todos e cada um para com todos os que nos procurassem, ou a quem encontrássemos em qualquer lado e situação.
Mas todas as vivências e interpelações de Deus nos foram conduzindo ao ajustamento do nome da Comunidade. Por um lado, fomos sentindo na nossa caminhada que a tónica deveria ser posta no Cristo de Betânia, que devia ser o nosso modelo e hóspede e não apenas em Betânia, terra à qual se liga o nome da casa de Marta e Maria amigos de Jesus. E por outro lado o nome devia traduzir o apelo a uma espiritualidade e missão de esperança, na qual o Espírito Santo nos ia educando até pelo acolhimento aos que sofrem. Esta tónica deveria viver-se também através da liturgia enquanto ensaio feito por anticipação na terra, na esperança da liturgia celeste. Mas não se poderá falar de nome novo se não de uma luz nova sobre o nome.
Cristo de Betânea
A vivência e reflexão sobre os textos relativos aos episódios havidos com Jesus em Betânea, no desempenho da Sua Missão de anúncio do Amor do Pai aos homens, sugere-nos a orientação da centralidade da nossa vida para o Cristo de Betânea. A nossa missão teria de ser procurada na própria missão de Jesus. Jesus anuncia-a directamente em S. Lucas 4,18: Ele apresenta-se na Sinagoga como o Ungido pelo Espírito Santo com a missão de Curar os doentes, libertar os oprimidos, colocar liberdade os cativos anunciar a Boa Nova aos pobres. No cumprimento da Sua Missão, na aldeia de Betânea a casa da Marta, Maria e Lázaro desempenha grande papel: é lugar em que Jesus passou alguns momentos importantes. Esses momentos vividos em Betânea revelam-nos aspectos significativos da pessoa de Jesus e da Sua Missão: Em Betânea, junto dos Seus amigos, Jesus encontrava a Sua própria casa: Aí podia repousar do cansaço da Missão: Aí encontrava acolhimento e também aí se revelou Ele mesmo acolhedor. Aí encontrava amor sincero, comunhão fraterna. Aí comungou os sentimentos e o apoio em família, ao ponto de se compadecer das dores das irmãs pela partida de Lázaro. Aí manifestou o Seu poder e missão de dar vida, ressuscitando Lázaro. Aí foi servido, contemplado e consolado por Marta, Maria e Lázaro. Daí, de Betânea, segundo S. João, partiu para Jerusalém para, depois da última Ceia com os doze, se entregar ao Pai na Cruz e voltar novamente à vida pela Sua ressurreição no dia de Páscoa. Foi também em Betânea, que, na descrição de S. Lucas, Jesus ressuscitado reuniu os onze e os abençoou, enquanto subia para o Céu (Lc 24, 50-51). Por isso Jesus, visto como o Cristo de Betânea, nos comunica muito de Si mesmo: da Sua pessoa, da Sua vida e da Sua missão. Por isso, contemplá-Lo e segui-Lo como Cristo de Betânea é um desafio apaixonante! Encontramos assim uma forma muito concreta de O seguir na vida de santidade, em comunhão fraterna e na missão de O anunciar a que todo o cristão é chamado.
Nossa Senhora da Esperança
E porque o nosso empenhamento na Igreja, nos leva ao empenhamento na missão para que se apresse a segunda vinda de Jesus esta toda a sua Glória, ele coloca-nos numa forte perspectiva escatológica: O advento - Esperança na segunda vinda de Jesus, aproximou-nos muito de Nossa Senhora, como Senhora como Senhora da Esperança- do Advento. Maria viveu em advento no meio do povo Judeu, a esperança do Reino. E quando escolhida para Mãe de Jesus consolidou ainda na esperança, a esperança desse povo. Assim se nos apresentava como modelo da esperança a que éramos chamados. Ela era e é para nós, a Senhora da Esperança. Neste entretecido de experiências, a sabedoria do Espírito Santo iluminando-nos, fez-nos sentir que Nossa Senhora estava próxima de nós, nos amparava e era, sem dúvida, a nossa grande protectora e modelo da esperança que desejávamos viver e comunicar, sobretudo aos sem esperança... neste mundo frio onde Deus conta pouco mais que uma vaga ideia.
Por consequência, sentindo vontade de expressar este lugar que Nossa Senhora na vida da Comunidade, pensámos que o nome deveria mudar a tónica para o Cristo de Betânea, que devia ser o nosso modelo e hóspede e não apenas em Betânea e em Nossa Senhora da Esperança. Hoje o nome tem só a primeira parte, Cristo de Betânia... apenas por razão de funcionalidade: um nome mais pequeno. Nossa Senhora não se iria aborrecer connosco se retirássemos a segunda parte do nome que lhe dizia respeito, já que isso nada significaria para o lugar que Ela ocupava e ocupa na Comunidade Cristo de Betania e na nossa vida. Ela vira todos para Jesus: Fazei tudo o que Ela vos disser E assim foi. O certo é que sempre sentimos bem a protecção de Nossa Senhora da Esperança, a quem todos os dias a invocamos e nos confiamos, com todos aqueles sem número de irmãos que nos pedem oração!
Nosso Conselheiro Espiritual:
Monsenhor Joaquim Morais, actual Reitor da Basílica do Sameiro,
Membros
Em Comunidade de Vida residencial, esta Comunidade integra irmãos consagrados e os servidores: solteiros, casados, viúvos e separados desde que isso se passe segundo as normas da Igreja. Entre irmãos e servidores encontram lugar também Sacerdotes e Diáconos.
Membros externos:
Mas a Comunidade Cristo de Betânea, segundo o seu Estatuto de Nova Comunidade, congrega e apoia os que se sentem chamados a comungar a espiritualidade e os objectivos da CCB, e a colaborar, cada qual segundo os dons e disponibilidade, nas tarefas de evangelização. O grau de pertença e compromisso vincula de forma própria aqueles que se comprometem na Comunidade Cristo de Betânea a:
*Viverem uma espiritualidade centrada na Eucaristia o Louvor e na Adoração do SSmo Sacramento
*Levarem a Boa Nova da esperança aos homens do nosso tempo logo através do «espírito de intercessão, de forma particular àqueles que sofrem, tendo como protectora Nossa Senhora da Esperança.
Estes, vivendo em suas casas, casados solteiros viúvos ou separados, mas de acordo com as normas cristãs, fazendo os compromissos evangélicos segundo o seu estado de vida, constituem a área da Aliança Cristo de Betânia, da mesma comunidade, como membros companheiros: alimentam-se do mesmo pão da Palavra e da Eucaristia, em compromisso de vida espiritual e de evangelização na mesma Comunidade. Assim colaboram nas Tarefas de Evangelização organizadas pela Comunidade.
Alguns destes membros podem vir a consagrar-se ao Senhor na Comunidade.
Compromissos e estilos de vida
Estes são relativos à sua Vocação específica de cada um. Alem do Compromisso Comunitário, todos são chamados aos compromissos evangélicos, com ou sem votos, cada qual segundo o seu estado. Sacerdotes podem nascer partir do interior da comunidade, ou vir ou estar de fora da residência Comum. Assim, a Comunidade Cristo de Betânea integra, forma e apoia para e na missão e para a Nova Evangelização em qualquer grau de compromisso. Apoia no exercício da profissão e no desemprego qualquer dos seus membros nessas circunstâncias. Apoia as famílias e sacerdotes da comunidade, bem como todos os outros seus membros na luta pela sua fidelidade ao compromisso respeitante ao seu estado de vida.
ASSOCIADOS - amigos
Os Associados são cristãos que, comungando a mesma espiritualidade e objectivos da Comunidade, se dispõem a colaborar, cada qual, segundo os seus dons e disponibilidades, nas tarefas de evangelização. Por esta simples vinculação à Comunidade, os associados têm ao seu dispor a ajuda, oração da Comunidade e formação. São lembrados, bem como as suas intenções, de forma particular numa eucaristia mensal da Eucaristia celebrada em Comunidade
Como se situam as famílias nesta Comunidade?
Todos podemos verificar que os ídolos deste mundo são beleza física, juventude, prazer físico, saúde e sucesso fácil. Estes ídolos que têm vindo a substituir Deus, orientam os comportamentos dos homens e mulheres, desde adolescentes à idade adulta. Muitas vezes nem são os critérios de opção vocacional que levam ao matrimónio. Nem são eles que inspiram comportamentos dos casais. Por isso, o respeito pela pessoa e a castidade, relativa aos diversos estados de vida, torna-se quase impraticável, ou difícil de praticar. Viver o Evangelho em situação de matrimónio cristão torna-se hoje bem difícil.
Por outro lado, o Casei-me (Lc 14,20) não é desculpa para deixar as responsabilidades missionárias. Ter filhos é uma enorme responsabilidade hoje; guardá-las e encaminhá-las para o Senhor, ainda mais!...
Mas em Comunhão de espírito e vida com toda a Comunidade, recebendo ajuda e formação hà mais força para a vida em fidelidade ao compromisso cristão.
Os sacerdotes, como se inserem nesta Comunidade?
À nova cultura em que nos situamos e à urgência da Nova Evangelização, o Espírito Santo responde com novas formas de consagração já abordadas, particularmente vivas nas novas comunidades de vida, bem como uma outra maneira de ser sacerdote para o terceiro Milénio, na Igreja Católica
De entre os membros da Comunidade Cristo de Betânea, em qualquer grau de compromisso (companheiros, servidores e irmãos), pode o Senhor chamar algum, sobretudo dos mais jovens, que possam virem a servi-lo no ministério ordenado como sacerdotes ou diáconos (Est.). Por outro lado, a Comunidade Cristo de Betânea pode também receber Sacerdotes e diáconos de outra proveniência.
Qualquer jovem que se sinta chamado ao sacerdócio nesta Comunidade, deverá escrever - nos, ou colocar directamente o seu problema ao discernimento do Conselho da Comunidade
Espiritualidade da comunidade Cristo de Betânia
Sendo uma Comunidade cristã, nossa espiritualidade terá de desenvolver-se em Igreja de acordo com o espírito das bem aventuranças(Mt 5,1,sgts). A nossa espiritualidade eclesial exige que nos situemos no coração da Igreja, segundo a preocupação de Santa Teresinha do Menino Jesus, para aí ser amor, em obediência ao Santo Padre e aos nossos Bispos, tanto na nossa caminhada pessoal como na disponibilidade para a Missão. A nossa espiritualidade eclesial exige que nos situemos no coração da Igreja, segundo a preocupação de Santa Teresinha do Menino Jesus, para aí ser amor, em obediência ao Santo Padre e aos nossos Bispos, tanto na nossa caminhada pessoal como na disponibilidade para a Missão. Procurando viver a radicalidade do Evangelho, em Comunidade vive-se a comunhão fraterna em opção pela pobreza, obediência e castidade, à semelhança de Cristo de Betânea e na estrada dos nossos santos antepassados na fé, nomeadamente S, Francisco de Assis, nosso Protector. Vive-a cada qual segundo o seu estado e por isso de diferentes modos, para que cada qual viva a sua de vocação específica de consagrado, casado ou solteiro, comprometido com Deus. Isto também para que assim melhor se disponibilize para o objectivo comum: evangelizar. Esta disponibilidade a Deus, libertando cada um das preocupações e cargas materiais, permite que todos vivem a disponibilidade interior e exterior em confiança, ao serviço de Deus e dos outros. É uma vida em abandono à providência de Deus Pai, que nunca falta. É uma experiência maravilhosa de libertação e por isso a fonte da alegria e da paz que vivemos! Todos nos reduzimos ao essencial necessário e assim, além da libertação dos supérfluos, o dinheiro como que se multiplica, para servir as necessidades concretas dos irmãos e da evangelização. É dentro desta espiritualidade que os casais encontram na Comunidade uma ajuda à vivência fiel do amor recíproco, ajuda na educação dos filhos, e o apoio para que possam também eles viver uma vida de oração e missão. Nossa Senhora da Esperança nosso modelo e protectora na alegria da esperança que nos alimenta na paixão da nossa entrega para apressar a segunda vinda de Jesus em Glória.
O centro da nossa vida e oração é a Eucaristia celebrada e adorada
*Louvor
*Adoração do SS. mo Sacramento
que em nós transborda para a *Compaixão - perdão acolhimento dos irmãos e para a *Evangelização anúncio alegre e forte de Jesus Ressuscitado.
A nossa Formação:
Linhas de Formação:
1-Humana: tem a ver com as dimensão psicológica e sócio cultural que permite a insersão pessoal consciente como cidadão, possibilita a inserção adequada em terras de Missão, ajudandp a promoção humano-cristã das pessoas
2 Espiritual -centrada em Jesus Cristo. Dela faz parte o conhecimento de linhas fundamentais da personalidade do Cristo de Betânia e dos santos nossos protectores e no acolhimento da protecção de nossa Senhora da Esperança
3Comunitária- apreender a impotância e dinâmica de vida da comunhão fraterna(Act 2, 42 2 sgs) no espírito da Comunidade Cristo de Betânia.
4 Eclesial - Conhecer e assumir as preocupações e prioridades da Igreja na sua Missão de implantar o Reino de Deus no mundo, através dos documentos emanados da santa sé, da conferência episcopal do país e do bispo da diocese.
5 - Missionária: conhecimento do papel e estatuto do missionário evangelizador e do meio sócio económico e cultural no qual missionário vai em missão.
Responsabilidade da formação:
A formação pessoal e comunitária, paroquial e diocesana é da responsabilidade pessoal e da equipa de formação da Comunidade Cristo de Betânea, que para tal Organiza retiros, seminários e encontros. A formação Comunitária dos nembros externos exige ainda a vivência de, pelo menos uma Semana anual em comunidade numa das casas da Comunidade, com todos os irmãos aí residentes.
Situação na Formação:
1.° ano: Tempo de conhecimento inicial de Cristo de Betânea e dos irmãos.
2.° ano de Integração: Postulando
3.° ano de Integração: Noviciado
Compromissos Comunitários:
-Primeiros, Renovações e Final
-Formação contínua
A vida
Serviços na Igreja, hoje: Sendo o objectivo da Comunidade a Nova Evangelização, os serviços a prestar à Igreja servem o objectivo, através de projectos próprios ou colaborando em serviços nas paróquias, ou prgando Retiros ou orientando seminários de aprofundamento humano e espiritual ou de cura interior, onde a isso formos chamados.
Modelos de vida
Contemplação: Maria*Acção-Missão (Evangelização): Marta
Missão da nova Evangelização, como?
Novos Métodos: Nesta era da globalização que permite a passagem dos modelos culturais particularmente sedutores, a todo o mundo, pretendemos levar Jesus, o Modelo verdadeiramente sedutor, mas ignorado, ao perto e ao longe. Para isso usamos os métodos oportunos: os média, a música, o drama.
Novas Estratégias Este mundo de homens sofredores em busca de respostas urgentes apresenta-nos a oportunidade de anúncio de Jesus Cristo. Por isso, a compaixão pelos que padecem sofrimentos psico-espirituais apresenta-se-nos não só como uma forma de viver a caridade, como uma estratégia de evangelização.
Onde está hoje a Comunidade Cristo de Betânea:
Hoje dispomos diversas casas e centros de escuta e ajuda fraterna, sobretudo aos que sofrem as doenças do nosso tempo - doenças psico - espirituais: uma casa em Fátima outra em Famalicão, centros de atendimento em Braga, Lisboa, Setúbal e Funchal. No estrangeiro Temos casa no Brasil e em Timor-leste e centro de atendimento em Sidney Austrália
Em Famalicão - Portugal temos a casa de Formação e a Casa Geral. Em Fátima alem das actividades que visam a resposta aos problemas referidos, temos acolhimento a jovens e a formação para os membros da Aliança dos companheiros (membros externos) países de língua oficialmente portuguesa, como Angola, Moçambique, Brasil e Timor.
São consagrados, celibatários, casais com ou sem filhos, Sacerdotes, diáconos e viúvos, disponíveis para o serviço da Igreja colaborando na pastoral e e sobretudo na Evangelização ao nível paroquial, Diocesano, Nacional e internacional.
E ainda as Fraternidades
As Fraternidades são formadas por cristãos desejosos do encontro com Cristo de Betânia: o Cristo da intimidade e da compaixão; o Cristo missionário do Pai, junto dos pobres de Javé, que são todos os homens de todas as condições sociais e idades que Lhe abrem o coração (Lc 10, 38-42; Jo 11, 1-43), para que Ele possa hoje realizar a Sua Missão (Lc 4, 18-19; Mc 2, 17).
Cada membro da fraternidade quererá tornar-se-á por isso, um missionário, embaixador aí de Cristo de Betânia, em união com toda a Comunidade. N Ele, Irmãos uns dos outros Entre eles, os companheiros da Comunidade serão aqueles que o Senhor chama de modo particular a integrarem-se nas fraternidades, para orarem aí em Comunhão com toda a Comunidade e assim poderem crescer em espírito e vida comunitária. A adoração pelo menos semanal do Santíssimo Sacramento une os membros externos à adoração diária que a Comunidade faz nas suas casas Cada fraternidade deverá tornar-se assim um modelo de oração de louvor e adoração, que procurará abrir a quem quiser aproveitar vir aí orar. O coração compassivo de Cristo de Betânia conduzirá os membros das fraternidades a acolherem na escuta e oração todos os pessoas em sofrimento que os procurarem.
Delegado da Comunidade
Para congregar os candidatos nas reuniões e para contactos locais, como por exemplo com Pároco e ainda com a coordenação da Comunidade, Pelo Conselho de Formação será discernido uma pessoa ou um casal com esse dom, o qual prestará a todos o serviço de congregar na unidade.
O que congrega prestará serviços aos irmãos:
- Será o primeiro a escutar todos
- Promove o amor e a comunhão entre todos.
- Ajuda a ver o positivo nos irmãos
- Ajuda a ultrapassar limitações e defeitos, falhas dos outros e pessoais.
- É pacificador
Jovens e Famílias Missionários 2 Mil
Como foi já referido, desde cedo recebemos de Deus o carisma da Evangelização. Porém, foi em 1990 que este carisma se precisou. Mais uma vez o dedo de Deus veio apontar a área de serviços que Ele nos reservava. Com o seu empenhamento na Evangelização 2000 projecto que fez um arranque organizado da Nova Evangelização, Jovens e suas famílias passam a ocupar o centro das nossas preocupações. Surgiu, então, para oferecer apoio e, linhas de orientação e base de compromisso aos jovens o projectam Jovens 2 Mil, em 1992. Dada a nossa preocupação em abrir o diálogo nas famílias, entre pais e filhos, este projecto nasce de imediato alargado e como que acoplado a Famílias 2mil . Estes têm encontros No Natal, Carnaval e O Festival Cristão de Verão.
A música
Temos CDs e cassetes gravados. Agora, os jovens têm a Banda Kayros RoK Cristão de que a juventude gosta muito e que actua no F4estival Cristão de Verão e onde for solicitada. Estão a preparar gravações para tarefas de Evangelização. Outro grupo musical dispõe de um reportório de música de espiritualidade que colabora em Seminários de espiritualidade e cura interior e em acções litúrgicas no interior e fora da Comunidade.
Edições:
A Comunidade dispõe de uma editora de livros de espiritualidade e evangelização de qual faz parte também a Revista bimestral Jesus Vivo. Esta foi e é mesmo a nossa primeira resposta aos apelos do Papa à Nova Evangelização. Assim arrancou o nosso projecto de Evangelização pelos media a partir de 1990
Caridade na Comunidade Cristo de Betânia Através de campanhas, tem apoiado
A carenciados locais, e ao loge: na Bósnia, Angola e Moçambique entre outros países
Desafios para hoje
Fortalecer hoje a Família
Segundo os Estatutos, a comunidade Cristo de Betânia oferece uma oportunidade e meios de uma vida de maior perfeição Evangélica aos cristãos ( Estatutos artigo 1. nº 1 e 2) No seu caminho pessoal e no compromisso de ser activo na Igreja, colaborando na transformação do mundo pelo anúncio de Jesus.
Importa escutar Jesus e não ter medo de ser diferente!...Numa época em que a família está ameaçada, em que mesmos mais fortes são apanhados de surpresa nos ardis do mundo: divisões, riquezas, ambições, ciúmes, desafios, falta de tempo para Deus... O Senhor tem chamado muitos casais a unirem-se a nós, alguns deles no desejo de responderem ao apelo de Jesus, a deixar tudo, ou tudo reorientar para Deus: casa, conforto, ambições sociais e económicas para buscarem primeiro o Reino, sabendo que o resto lhes será dado por acréscimo (Mt.6 ).
Mas é porém difícil imaginar o que possa ser uma vida de família em comunidade, sem fazer a experiência. O certo é que também a Comunidade tem como base e objectivo ser uma família. Ela é uma grande família. Uma família espiritual. E dentro dela, cada família tem garantido a sua própria identidade, com a sua graça própria. O casal fortifica-se na oração comunitária, aprende o diálogo e o perdão, sem os quais não é possível viver em casal, em família e no trabalho. Há casais desfeitos no mundo que em comunidade se teriam mantido, desde que ajudados na conversão do coração e de inteligência ao Senhor. Na Comunidade são ajudados a ultrapassar os desentendimentos. Viver em Comunidade, livra o casal do egoísmo que o isola dos outros, neste mundo em que a família se esvai, de tanto procurar o tudo e todos sem que procure o essencial
A educação espiritual das crianças é mais ajudada na família que vive em Comunidade, já que esta lhes oferece uma envolvência espiritual. Sendo criados num ambiente de espiritualidade e vida comunitária, são mais abertos aos outros e suas necessidades. Enquanto crianças ou adolescentes, encontram aí ambiente que lhes dará força na luta contra as investidas dos colegas. Por isso, encontram na Comunidade grande ajuda nos seus problemas. Na adolescência, quando é difícil o diálogo com os pais, há alguém conhecido e amigo,que na Comunidade esta pronto a escutar e a aconselhar nessa idade em que se tende a não escutar os Pais.
Os filhos encontram na Comunidade o ambiente de família alargada e muitos amigos, o que lhes abre os horizontes da inteligência e do coração aos outros.
Pais e filhos, com habitação, responsabilidades e serviços partilhados em comunidade, terão possibilidade de participar activamente em tarefas missionárias.
Por outro lado, o apoio da Comunidade à família permite tempo para que o casal se possa encontrar em oração e diálogo conjugal necessários ao fortalecimento do amor recíproco, e à harmonia da família.
Os pais idosos encontrarão na Comunidade a sua família, em dificuldades e dons partilhados por todos.Mas é difícil imaginar o que possa ser uma vida de família em comunidade, sem fazer a experiência. O certo é que também a Comunidade tem como base e objectivo ser uma família. Por isso, o melhor será contactar-nos para vir fazer uma experiência connosco
Entrar numa nova Família
As pessoas que se sentem chamadas a seguir Cristo de Betânia na Sua Vida e Missão, entram numa grande família missionária. Uns entram numa vida de consagração especial e vivem em Comunidade residindo em casas comunitárias. São sobretudo os mais novos os jovens que encontram na Comunidade Cristo de Betânia um meio para se entregarem a tempo inteiro à oração e à missão serão sobretudo os consagrados e sacerdotes residentes em casas comunitárias. Outros assumem o projecto e vida comunitária mesmo sem saírem de sua casa, da sua vida normal, da sua paróquia e diocese. Contudo, estão decididas a viver de facto por pensamentos, palavras e acção numa vida fraterna em comunhão e missão. Assim, com o seu testemunho visível de amor e comunhão fraterna e com a sua missão de embaixadores de Cristo compassivo junto dos outros que não O conhecem, colaborarão na missão de construção da Igreja na paróquia e na diocese, em colaboração com o Pároco e com todas as outras instituições e movimentos paroquiais.
Os jovens, rapazes e raparigas, que se sintam chamados a empenhar as suas vidas a tempo inteiro na oração e missão de anunciar a Boa Nova numa nova forma de vida consagrada ao Senhor em comunidade, encontram na Comunidade Cristo de Betânia uma oportunidade para a vida contemplativa e Missionária, tanto em residência Comum como vivendo nas suas próprias casas. (cfr.Est., art.12º nº 14).
Anexo :
A Formação Espiritual:
A - Cristo de Betânia
1 - Personalidade
- Manso - Sereno
- Humilde - Atencioso com todos: atende Marta, Maria e Lázaro
- Simples: Basta-Se com pouco
- Pobre: Usa as coisas sem se prender a elas. Usa-as como meios e não como fins a possuir. Basta-Se com pouco.
- Compassivo: Olha com ternura de coração para todos. Responde aos problemas: Mc 3, 1-6; Mc 6, 34-42; 8, 1-9; Jô 11, 33-36.
- Acolhedor: Acolhe cada um como ele é: Maria mais contemplativa; Marta mais activa: Lázaro, o irmão de todos. Lc 10, 38-42.
- Misericordioso: Desculpa todos; adverte com ternura. Marta: consola as irmãs na morte de Lázaro. Vai a casa delas para chorar com elas a morte do familiar.
- Ora por ele ao Pai
- Ressuscita-o: dá-lhe vida de novo.
- Faz-Se próximo de cada pessoa para ganhar todos para o Pai; procura as pessoas; entra em suas casas.
- É orante e contemplativo: ora ao Pai e elogia Maria, porque ela parou aos seus pés. Revela que parar junto dEle é escolher a melhor parte. Lc 10, 38-42; Lc 11, 2-13.
- Desafia a intimidade de vida com Ele: Vinve e vede... se abrires o coração... entrarei, cearei... Ap 3, 20-21
- É missionário: vai em Missão, é ungido pelo Espírito Santo para anunciar a Boa Nova do Pai: ir ao encontro de todos para lhes mostrar o amor do Pai: curar doentes, libertar presos, oprimidos. Lc 4, 14 e sgs.
- É rejeitado: Mc 6, 1-6
- Chama colaboradores (discípulos): Mc 3, 1-6
- Treina os colaboradores ensina-os: Mc 4, 1-34
- Testava a sua fé: Mc 4, 35-40
- Vive em Comunidade com os seus sua família: Mc 3, 31-35
2 - O que Ele pede aos discípulos:
Mc 9, 33-37
Mc 10 13-16
Mc 10, 17-26
Mc 10, 35-45
Mc 12, 28-34
Mc 12, 41-44
Ap 3, 14-19
3 Missão: O que Ele faz
Lc 4, 14 e seguintes
Como Evangeliza
Em Comunidade: Chama discípulos: Mt 4, 18-22
Forma-os
b Os discípulos:
1 - Como vivem
Como o Mestre e com Ele em Comunidade: Act 2, 42 e seguintes; Act 4, 35 e segtes; Ro 15, 1-2; Ro 12, 1-2; confiança ???: Lc 12, 22-33
2 Missão dos discípulos: Ir como embaixadores do Mestre, com a mesma Missão hoje: Lc 4, 18; Mt 5, 13-16; 2Cor ??, 18-20
Acolhimento: Ro 14, 1-4; O que Ele dá em troca: Mc 10, 28-30
c- A Pessoa do Embaixador
Todo o cristão, pelo Baptismo, é evangelizador: embaixador de Cristo junto dos outros homens. Convem, por isso, aprofundarmos o nosso estatuto de embaixadores. Podemos tirar a lição da nossa experiência:
- O que fazem os embaixadores de uma Nação noutra? Ex: Embaixador do Brasil em Portugal.
- Desenvolve o conhecimento do seu País no outro, do ponto de vista econômico, social e cultural. Defende os interesses do seu País junto do outro. Por exemplo, procura desenvolver o turismo do seu país aí. Abre-se às pessoas do seu País que estão nesse País estrangeiro, para as proteger, defender, resolver os seus problemas
A -O que se exige a um embaixador :
1 - Vida digna de um embaixador: pessoa com tais responsabilidades é pessoa em evidência no seu país e no outro
2 Conhecimento profundo do seu País, de todos os pontos de vista.
3 Ser pessoa sensata, calma, delicada, para entrar nos diálogos necessários para dar a conhecer e defender os interesses do seu povo. Nós... temos de conhecer as qualidades necessárias ao embaixador e a pessoa de Jesus e o Seu Reino. Teremos de conhecer as pessoas a quem vamos para podermos entrar em diálogo que dê a conhecer Jesus Vivo aos que O não conhecem.
Formação Eclesial- Documentos da Igreja:
1 - Da Igreja Universal: Documentos do Papa
- Pode-se iniciar pela Encíclica: A Missão do Redentor, de João Paulo II
É Encíclica sobre a Igreja-Reino, Missão, Evangelização, Nova Evangelização.
2 -Da Igreja Local:
- Procurar saber os documentos da Conferência Episcopal e do Bispo da Diocese.
- Conhecer o programa pastoral da paróquia e as preocupações pastorais do Pároco.
Formação Social
Conhecimento do local em que vamos em Missão como Embaixadores de Cristo:
- procurar dados sociais
- culturais
- económicos
(antes de iniciarmos a missão junto das pessoas nas suas casas, cafés, etc.)
nexo: achegas práticas
Encontros em Fraternidade
A Dinâmica das primeiras reuniões (o número necessário).
Serão exclusivamente de encontro fraterno: Uns com os outros e com Cristo de Betânia
Uma boa dinâmica propõe que estas sejam de oração e de mútuo conhecimento, sem preocupação de logo agirem. Exclusivamente de encontro fraterno: Uns com os outros e com Cristo de Betânia
Linhas Gerais
As reuniões terão três partes:
1.ª Partilha de vida, para crescimento na fé e vida comunitária
2.ª Partilha da Palavra e Sua conexão com a vida (a Palavra do Dia Revista Jesus Vivo).
3.ª Reflexão e propostas de Missão concreta. -conhecer os irmãos com quem vai fazer família missionária ao serviço de Cristo de Betânia
A caminhada pessoal depende também da oração pessoal Eucaristia celebrada e adorada.
Logo que seja possível, a combinar com o Pároco: A Fraternidade apoiará uma adoração ao Santíssimo Sacramento, na Igreja paroquial ou numa Capela. Esta adoração poderá ser a primeira actividade aberta a todas as pessoas, colaborando assim na dinamização espiritual da paróquia.
Irmão delegado da Comunidade servirá comunidade junto da fraternidade
- mantem a ligação entre a Fraternidade e a casa Mãe, ou quando exista, a casa mais próxima.
Coordena a reunião de Fraternidade com a missão de:
- servir a todos a comunhão fraterna
-Introduzir o acolhimento;
-Começar a oração,
-introduzir o momento de leitura da Palavra do Dia.
(Deve ser lida por outro membro: um que tenha o dom de proclamar a Palavra)
-Introduzir uns momentos de silêncio (meditação pessoal)
-Introduzir a partilha de vida à luz da exigência da Palavra
-Introduzir a programação das actividades missionárias para a semana seguinte.
Modelo de uma Primeiras reuniões de fraternidade:
1 Acolherem-se uns aos outros
2 falar cada um de si, dos seus problemas, dos seus dons, interesses e projectos.
3 Oração de Acção de Graças
4 Partilha da Palavra do Dia e projectos para a semana seguinte
5 Quando e onde adorar o SS.mo Sacramento em comunidade
*Decidir a observar dos problemas das pessoas: que moram perto de nós; que se cruzaram connosco em qualquer lugar.
* Discernir onde e quando será a reunião da fraternidade.
(A reunião poderá começar por um Tempo de Adoração na Igreja, enquanto esperam uns pelos outros?)
Noutras reuniões posteriores: orar, partilhar a vida e as preocupações peesoas e com os homens e a Igreja. Discernir projectos de acção
Depois de alguns encontros de formação e caminhada comunitária em fraternidade, será hora de pensar na missão: em que consiste a missão de embaixador? Aprofundar o texto da Segunda Carta de S. Paulo aos Coríntios.
-Quem fará parte das equipes missionárias da fraternidade na paróquia? (3 pessoas ou 2 pessoas cada equipe?)
-Rezar na semana que se segue para decidir segundo o Espírito Santo por onde começar o acolhimento domiciliário.
Reuniões posteriores:
O mesmo esquema da primeira com a novidade de
-formação das equipas missionárias
-Por em funcionamento as equipas missionárias
-marcação de um lugar e hora do mês para encontro na paróquia de todas as pessoas contactadas pelas equipas missionárias.
- Em relação à Missão, deverá ter-se como objectivo conseguir que as pessoas contactadas se encontrem uma vez por semana (se for possível) numa das casas do prédio ou bairro... para se ajudarem, partilhando a vida e orando a Deus.
- que a curto ou medi prazo se congreguem num seminário de cura interior com o objectivo de fazerem uma caminhada que as coloque em dinâmica de evangelização nas respectivos bairros e paróquias.
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